
Quando menos se espera vamos nos acorrentando aos sentimentos. Se triste, se alegre; cansado ou preocupado, parecemos imóveis a espera da corrente; nada a ser feito.
Eu gostaria de estar sempre presa a felicidade, mas esta sempre foge, a procura incessante de um novo lugar para pousar. Abandona-nos a merda da melancolia.
Às vezes, estas correntes parecem tão fortes que achamos que nunca delas escaparemos. Um dia elas nos libertam ou somos nós que nos libertamos para sermos capturados em seguida.
Confesso que tenho medo das emoções da vida, somos nós que somos presos a elas, ou nos prendemos vezes sem querer ou mesmo querendo? Talvez exista o que possa ser mudado. A partir de agora escolherei a emoção que quero para acorrenta-la junto a mim, várias delas. Eu quero Sentir.
Emoção, eu preciso de várias para viver!

"Bob Esponja Brasileiro".
Eu adorei... mas depois fiquei triste. Sempre que eu vejo alguém dormindo na rua penso em como devem ser tristes os dias de chuva. No caso da esponja então...
Dia ruim. Nem de piada tô conseguindo rir em paz.
Tenho conhecido pessoas por aqui ultimamente que têm me feito um bem danado, pessoas tipo eu assim debochadas.
Beijo à voczinha(o).
Amei, amei tudo o que disse e tudo o que pretende. Eu também..rs.
Se vc pretende, saber quem eu sou..."eu posso lhe dizer...entre no meu carro..*pisc.


Algo Estranho, Acontece!
Ando estranha, muito estranha. Ouço as mesmas músicas todos os dias, há dias. Tenho odiado cada frase postada por aqui. Um ódio que me faz ter a clareza do quão ridícula tenho sido, mas que não me deixa parar de escrever e muito menos ter coragem para deletar tudo. Um ódio cheio de lucidez e covardia mas, por enquanto, saudável.
Tenho pensado em emagrecer para sempre, mas ainda é só uma possibilidade. Não quero emagrecer só porque estou consfusa. Até porque sou honestamente feliz com a minha aparência. É claro que passo pelas minhas crises, mas estou longe de me sentir uma mulher feia só porque extrapolei os limites do peso ideal. Mesmo assim, senti medo um dia desses e não sou tão burra e fraca ao ponto de esperar pelo bis das leis de causa e efeito.
Ando extremamente calma e com uma vontade louca de virar a vida do avesso. Mas não como estou acostumada. Chega de traumas e histórias mal resolvidas. Não suporto mais arrastar nomes, mágoas e pedidos de desculpa.
Tenho olhado para a frente e já havia esquecido de como eu era quando sonhava com o futuro. Tem sido assustador, porque nunca fui de fazer muitos planos; quando vejo estou vivendo outra história e, desta vez, não sei se quero que seja assim.


TPM ÊMICA!
Quero ser isso e não quero sentir aquilo, quero pensar desse jeito e não daquele, quero fazer assim e não "assado". É a vida! Melhor ficar frustrada com as minhas limitações do que ficar triste tentando mudar, inutilmente, as pessoas ou o mundo.
Maldita necessidade de controle, malditos contos de fadas, maldito útero que altera a lógica da minha vida. Será possível que não dá pra ser mulher em paz? Sem sonhos impossíveis, sem suposições, sem cenas prontas, sem estresse...
Este caos entre a realidade dos fatos e as idealizações de como as coisas deveriam ser, só pode ser culpa do útero. Aposto que é! Ainda bem que não sofro de TPM... Será? Tremendo post com cheiro de TPM... Não, não é possível.
De novo, não!


Quando o descontrole vem
No post passado, falei que os meus lábios ensaiavam traços de melancolia. Os anseios se confirmaram HOJE, Mas, AINDA bem que foi assim, e a minha consciência segue tranquila. Não devo nada a ninguém, quem quiser que recolha o lixo. Pode levar, garanto que não é reciclável. Se tiver feeling (o mínimo apurado), perceberá. Carregue a culpa e guarde este momento, você vai lembrar dele ao deitar, ao levantar. Enquanto eu, seguirei em paz. Praga, macumba, sina ou seja lá o que for... vá de retro. E olha que, pouco antes, eu tentava arrancar aquela rodela brilhante que fica sobre a cabeça dos anjos e acabei derrubando uma harpa. Um acidente onírico...(quando você se descontrola) e não percebe que na verdade é uma benção que só a poucos é concedida. Os brilhantes de alma e espírito e nada mais. Preciso acostumar com a nova interface e parar de infernizar os anjinhos do sonho bom. Só isso. Estou em paz!
Ter um blog é o primeiro passo rumo à insanidade. É como se tivéssemos um registro dos pensamentos. Um jeito simples de possuir, datada e detalhada, a memória que nos falta ou engana... Acho que, neste exato momento, eu preferia ter vivido, pensado em escrever, mas esquecido. Tem coisas que não conseguimos entender e muito menos esquecer. Confesso que incomodaria menos. Mas enfim, está registrado.


As tristezas de uma mulher estão em sua boca. Seu silêncio pode ocultar suas dores, mas não poupará o contorno dos seus lábios. Seus sorrisos podem disfarçar suas angústias, mas eles perderão o brilho, pouco a pouco. Uma mulher pode esbanjar felicidade quanto quiser; suas verdades nunca estarão nas palavras, mas nas curvas que o tempo desenhará em seu rosto.
Não sei se foi impressão minha. Ao olhar no espelho, hoje pela manhã, notei que meus lábios andam a ensaiar traços de melancolia. Só queria saber de onde eles vêm, já que me sinto cada dia mais de bem com a minha vida. Será que eu aprendi a sorrir de forma tão convincente que enganei meus olhos e meu coração estes anos todos? Deus queira que seja somente uma manifestação dos meus hormônios. Não sei se eu suportaria ter traído a mim mesma por tanto tempo.


Pra você que me perguntou como quero um amor
Não sei amar pela metade; nunca soube. Aliás, não se trata só de amor, mas de qualquer tipo de sentimento. Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja.
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicta que "nada é para sempre". Porque só assim eu me divirto e é só isto que me interessa.


Adoro anéis, colares...e esse balacobaco todo..
Bem...Não sei porque entram aqui, nem sei se lêem de verdade as coisas que eu escrevo. Não, não quero reforço, nem estou fazendo média. Já ví milhares de blogs onde as pessoas entram, fingem que lêem, deixam propaganda pessoal nos comentários e se mandam. Não sinto isto por aqui. Ao contrário, sinto-me envaidecida e cheia de carinho.
Fiz esse blog para mim mesma, sem pretensões de nenhum tipo. Fiz como quem compra um armário para colocar coisas velhas ou como quem precisa de um quartinho para usar como depósito de coisas que não se quer jogar fora.
No começo fui até muito agressiva, acho que ainda sou de vez em quando. É o melhor jeito de fazer as pessoas fugirem de mim. Acho que funcionou com alguns, sempre funciona na vida real. Algumas pessoas ficaram e eu senti um pouco de medo de ter um blog, maior medo ainda de escrever e escrever sobre a minha vida. Quando a gente escreve alguma coisa, não adianta esconder a cara. As palavras desenham o nosso rosto, detalham os nossos sentimentos, escancaram as nossas crenças, sussurram desejos e desvendam até algumas falhas da personalidade. Isso me assusta, me faz sentir vulnerável. Não lido bem com nada disso.
Esse negócio de blog é um pesadelo, estou completamente viciada. Fico escrevendo de madrugada, lendo outros blogs, procurando imagens, aprendendo HTML, mexendo no meu template. É enlouquecedor e consome parte da minha vida útil.
Minha cabeça passou a funcionar de forma diferente desde que abri este blog. Ainda não tenho certeza se está sendo bom ou ruim, mas ele tem revirado meu ego, meu dia e minha cara. Por algum motivo, esta coisa me deixa com cara de mulher feliz.


Já aconteceu isso contigo?
Eu andava me sentindo um trapo envelhecido jogado num baú de quinquilharias... Andava, estou sarando. Sabe aquela sensação de acordar de manhã e sentir vontade de quebrar o espelho? Não sabe? E aquela tristeza que a gente sente quando o ziper da calça não fecha mais? Também não sabe, ô magrela? Sensação de ter sido trocada (o) por uma pessoa ridiculamente mais feia que você? Também não sabe? E lá lá, que vida mais sem adrenalina... Dia seguinte do maior porre da sua vida? Lembrou? Você não bebe? Ai meu saquinho... O cabeleireiro fez merda no seu cabelo e você acha que ele nunca mais voltará a ser o que era antes? Não ainda? Putz! Oh gente feliz... Você tropeçou, caiu um dente da frente, você tem um encontro bacanão e a secretária eletrônica do seu dentista te informa que ele morreu há duas semanas? Azar demais? Caiu um dente e você está completamente arruinada (o) de grana? Hum, sei... Você não faz idéia do que é passar uma temporada com o pé na miséria? Rabo é rabo, não é mesmo? Deixa eu ver... Sensação de que você está tão visivelmente velha (o) que qualquer tiozinho desconhecido anda te chamando de senhora (o)? Anran, você tem menos de vinte anos é? OK, eu desisto de escrever o que eu ia escrever, voltei a me sentir um cocozinho. Ando sensível... Sensível, trabalhando como uma retardada. Fui. Adeus.
Ah! Antes que eu esqueça, nada dessas coisas aconteceram comigo nos últimos dias. ( a não ser passar uma temporada com o pé na miséria). Nem posso dizer na real o que me acontece, senão iria aguçar a curiosidade de muita gente que conheço. Melhor, deixar quieto.

PARADA OBRIGATÓRIA

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